Como Montar

Mercado de Peixe do Ver-o-peso

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Chalé da UFPA

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Farol de Salinópolis

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Assista ao vídeo e veja como montar a maquete n° 7  -  ...
Caixa d’água de São Brás

Caixa d’água de São Brás

Assista ao vídeo e veja como montar a maquete n° 6 – ...

Comentários

O que falta para preservar é uma atitude conservativa aliada a uma criatividade na proposta de novos usos.

– Jussara Derenji, diretora do Museu da UFPA

O ferro também foi elemento de embelezamento urbano com pontes, coretos das praças, chafarizes e esculturas. Algumas das mais importantes casas europeias, como a dos irmãos Eugene e Adolphe Schneider, fizeram projetos para Belém, por exemplo, os dos galpões do Porto, hoje tão comentados devido à polêmica do desmonte pela Companhia Docas do Para (CDP).

– Aldrin Figueiredo, professor de História

Os gestores urbanos promoveram melhorias na cidade, implantando modelos em ferro para os mercados, asilos, escolas, órgãos do governo e residências particulares.

– Aldrin Figueiredo, professor de História

Inicialmente combatido por sua ligação com prédios e usos utilitários, o ferro foi sendo assimilado como mais uma das extravagâncias dos grandes proprietários da região, como exemplificam prédios residenciais usados como casas de veraneio.

– Jussara Derenji, diretora do Museu da UFPA

Enquanto os arquitetos estavam pensando no revivalismo na arquitetura, repensando e fazendo uso dos estilos antigos (misturando inclusive, daí o termo ecletismo), os engenheiros estavam mais preocupados e ocupados com a questão técnica, essencialmente em superar os desafios impostos pelas necessidades surgidas com a industrialização, dando origem ao capítulo mais original da arquitetura do século XIX – a chamada arquitetura do ferro.

– Aldrin Figueiredo, professor de História

A experiência extra-universidade tem sido fantástica, única. É uma complementação muito boa, que nos possibilita aprimorar nossos conhecimentos.

– Sara Botelho, estudante de arquitetura e urbanismo da Unama

Trabalhar com papel é uma experiência nova, já que na universidade nós utilizamos madeira.

– Renan Cardoso, estudante de arquitetura e urbanismo da Unama

O desafio é conscientizar a sociedade sobre a importância em preservar nossos bens culturais e estimular em todos um posicionamento crítico favorável ao resguardo da memória coletiva.

– Armando Sobral, curador do projeto A Era do Ferro no Pará

Não tinha muito conhecimento sobre a arquitetura de ferro, o contexto histórico, quem fez, porque fez, como foi implantada. Isso gerou muitas mudanças na cidade, é um marco na arquitetura.

– Renan Cardoso, estudante da Unama

Com o projeto, a população conhecerá de maneira lúdica a arquitetura histórica do Pará do período da borracha, responsável pela remodelação e consequente modernização do cenário urbano de Belém. Por isso, acreditamos que o projeto contribuirá para a população conhecer melhor todo este nosso patrimônio e, por consequência, com a conservação dele.

– Armando Sobral, curador do projeto A Era do Ferro no Pará

O ferro foi escolhido como matéria-prima justamente por sua resistência, facilidade na construção e adaptava-se bem a, praticamente, qualquer terreno. A Inglaterra foi quem deu início o processo de industrialização e quem primeiro vislumbrou as potencialidades de um mercado internacional para seus insumos industriais. A oferta desses produtos, sua praticidade e visão de modernidade, encontrou uma sociedade ávida por novidades, endinheirada com o comércio da borracha e que via a Europa seu modelo legítimo de cultura. Belém passou, então, a trazer uma nova arquitetura que se adaptava muito às necessidades de construção e de terreno. Renega-los agora seria um retrocesso.

– Armando Sobral, curador do projeto A Era do Ferro no Pará

Se estas partes da história do Pará fossem realmente conservadas e a criminalidade  de Belém não estivesse tão alta hoje veríamos turistas deixando mais empregos e melhorando a economia do estado. Isso é uma pena, porque contatos com outros povos, principalmente, europeu sempre melhoram em tudo.

– Bartolomeu Silva, internauta

Excelente e belo trabalho para resgatar a memória de uma época em que Belém era realmente uma grande metrópole, hoje infelizmente não é mais.

– Anny